Já pensaram como esse atirador da Noruega ia se dar bem se fosse brasileiro e tivesse cometido aqui a atrocidade que cometeu lá?
Pra começar, temos na nossa lei essa figura indecente do “crime continuado”. Quer dizer: se matou de uma vez, num ato continuado, aquelas 93 vidas que ele tirou seriam consideradas como uma só! Responderia por uma só!
Sem contar com o fato de que sendo primário, com bons antecedentes e moradia fixa, provavelmente estaria respondendo em liberdade. E ganhando espaço em jornais e programas de TV para defender as ideias que fundamentaram seu ato.
Bom lembrar que antes da emenda popular que fizemos passar, quando o homicidio qualificado foi introduzido na lei dos crimes hediondos, a chacina nem era considerada hedionda: o atirador cumpriria apenas 1/6 da pena e estaria na rua!
Dificil acreditar que uma sociedade regida por tais leis possa oferecer paz aos seus cidadãos!

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