Vamos ver como termina, mas, ao que parece, a polícia de Minas está conduzindo muitissimo bem o inquérito sobre o assassinato de Elisa Samudio, mantendo silencio sobre as provas colhidas e evitando, assim, que os executores do crime tenham possibilidade de ir arrumando as versões de modo a encaixar, nelas, as provas divulgadas.
A cautela da polícia em resguardar o que sabe, permite que os interrogados sejam confrontados de surpresa com o que ela já tem na mão, evitando que as mudanças constantes de versão acabem tumultuando o processo e confundindo a opinião pública.

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