Tráfico de bebês: a campanha de Salve Jorge

Tráfico de crianças para adoção: a campanha de Salve Jorge quer ajudar esses jovens a localizar sua familia biológica.

Esse é o Lior, adotado em Israel. Ele nasceu em Curitiba em 1/09/85, filho de Izabel Alves dos Santos.

4 Responses to Tráfico de bebês: a campanha de Salve Jorge

  1. Rodrigo agosto 5, 2012 at 10:26 pm #

    Parabéns, Gloria! Sempre utilizando o seu trabalho além do entretenimento. Palmas pra vc. Salve Jorge, sempre.

  2. Vitória Crespo agosto 13, 2012 at 1:41 pm #

    Olá, Glória!
    Me chamo Vitória e sou articuladora do Projeto TRAMA. Faço parte do Comitê Estadual para o Enfrentamento do Tráfico de Pessoas do Rio de Janeiro e temos acompanhado seu empenho em tratar desta temática. Gostaria de pedir para que você entrasse em contato comigo urgentemente para lhe fazer uma proposta de participar de um evento nosso nesta quinta-feira (16).
    Aguardo o retorno.

    Cordialmente,
    Vitória Crespo
    Projeto TRAMA
    ODH Projeto Legal

  3. Vicente Conrado agosto 13, 2012 at 11:37 pm #

    Glória,

    Sou seu fã. Adoraria poder corresponder-me com você por e-mail. Tenho um assunto que há um tempo vem martelando minha cabeça e acredito que você é a pessoa certa pra tratar.

    Certo de que essa mensagem não passará despercebida.

    Um abraço de quem muito lhe estima.

  4. mercadeo outubro 28, 2012 at 4:18 pm #

    Lidando com os filhos que ficaram Não é incomum os pais atribuírem qualidades santificadas ao filho morto, como “o favorito”, “melhor”, “mais sensível”, ou “especial”. Isto pode intensificar as experiências de luto dos pais como dos irmãos. Podem acontecer as comparações entre os filhos vivos e o filho idealizado que morreu. É bom lembrar que esta criança também está sofrendo pois perdeu um irmão, e porque vê seus pais sofreram de forma tão intensa como se ele não fosse capaz de amenizar dor nenhuma. Isto pode trazer sérias complicações para o desenvolvimento psicológico deste irmão. Por outro lado os pais vivem sentimentos ambivalentes em relação aos filhos que “sobreviveram” pois sentem medo de investir afetivamente nestes, ou por outro lado, passam a superproteger, com medo de perder estes também. Isto muitas vezes tem um caráter de castigo por terem sobrevivido no lugar do irmão morto.

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